O paradoxo de Zenão…

Este paradoxo ilustra bem o fato de que com idéias aparentemente corretas é possÃvel obter conclusões absurdas, vejamos o que o paradoxo diz:
Imagine uma pista em que um determinado corredor disputa uma corrida com uma tartaruga. Nesta pista, o corredor dá uma pequena vantagem para a tartaruga deixando-a largar na frente.
pelo paradoxo de Zenão:
“O corredor, por mais rápido que seja, nunca pode alcançar a tartaruga; porque na altura em que atinge o ponto donde a tartaruga partiu, ela ter-se-á deslocado para outro ponto; na altura em que alcança esse segundo ponto, ela ter-se-á deslocado de novo; e assim sucessivamente, ad infinitum.”
Como seria sua explicação para o fenômeno?
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6 Comments to “O paradoxo de Zenão…”
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Rodrigo, este que você citou é outro paradoxo, parte do mesmo princÃpio (da subdivisão infinita)…
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o problema e que o paradoxo não leva em conta a comparação das velocidades e sim a lógica pura ai entra em erro
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David says:
A primeira idéia dizemos que ele está errado, mais até sabermos que a soma de uma P.G. de ordem infinita, 1 + 1/2 + 1/4 + 1/8 + …, é igual a 1, logo se somarmos todas as frações antes dele chegar a tataruga vemos ele chegar a tartaruga.
Agora é fácil de se resolver, mais esse foi um problema que durou mais esse problema durou seculos até ser resolvido… obrigado pela atenção.
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evandro says:
O que se trata neste paradoxo é uma discussão: o mundo sensÃvel é ou não parâmetro para a verdade (na essencia) das coisas? Segundo Zenão de Eléia, o que nem entra em questão é o fato de vermos “elefantes correndo” pois é fato que existem e estão correndo. O problema é abstrair (exercitar mentalmente!) um fenômeno que ocorre num TEMPO e num ESPAÇO infinitos. Portanto, abstratamente, não se sai do lugar na tentativa de se alacançar o primeiro ponto, do primeiro passo, do primeiro movimento….. etc
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Acho que você esta equivocado neste exemplo, pois nele existe a possibilidade de alcançar a tartaruga.
Não seria aquele exemplo, de:
Estou a X de distancia de você, me aproximo meio x (x/2)
Agora estou meio x de distancia, me aproximo metade… (x/4)
desta forma eu ficarei a meio infinitésimo de distancia, ou como dizia meu professor de Calculo.. “esta quase lá, quase em cima, bem pertinho, mas não chegou…”