Einstein, essencialmente Einstein…

Encontrada uma carta de Albert Einstein datada de 1954, ano anterior à sua morte, em que demonstra sua descrença na humanidade e na religião.
Segundo ele “A palavra Deus é nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana” e mais, a Bíblia seria”uma coleção de lendas honoráveis, ainda que primitivas”.
Eu fui durante muito tempo um biógrafo de Einstein, e posso afirmar que em suas cartas já conhecidas ele nunca deixou transparecer esta personalidade atéia, aliás em muitas delas ele tentou compreender Deus.
Lembro-me de já ter lido linhas completamente diferentes de raciocínio, como por exemplo a frase: “A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega”. Einstein, A.
De certa forma minhas convicções sobre a religiosidade de Einstein ficam sim um pouco abaladas, mas me convencem cada vez mais de que sua religiosidade era particularmente diferente. “Não creio no Deus da teologia que recompensa o bem e pune o mal”.
Outra análise que posso fazer é que a genialidade do grande homem ainda não é bem compreendida, talvez sua complexidade de raciocínio torna até mesmo sua biografia como uma tarefa das mais árduas.













Mas a decoberta dessa carta que mostra o outro lado de Einstein pode ser uma peça que explica a genialidade desta ilustre pessoa, ja que as rédias impostas por determinadas religiões, bloqueiam o ser a uma pesquisa mais profunda de determinados campos, pois se trata de uma “Ofensa à Deus” (Ex células tronco obtidas de embriões).
Somente uma mente desprendida de certos aspectos repressores pode liberar o pensamento sem barreiras.
Até