Cientistas descobrem nanopartículas capazes de identificar células cancerígenas.

Imagens por ressonância magnética são as principais aliadas da medicina para a detecção de tumores. Os aparelhos de ressonância magnética utilizam-se de pulsos de ondas magnéticas e captam suas reflexões e refrações para identificar os diferentes tecidos (músculos, ossos, líquidos, etc…).
Agora cientistas da Universidade de Brown desenvolveram nanopartículas que indicam onde há presença de tumores. Essas partículas encontram os possíveis locais de desenvolvimento de câncer e emitem um sinal para os aparelhos de ressonância magnética que, por sua vez, determinam a localização exata do tumor.
Segundo os pesquisadores o fato das partículas serem minúsculas é de suma importância, assim elas podem trafegar ao longo dos vasos sanguíneos e encontrar a área afetada, além do fato de impedir que o sistema imunológico ataque a partícula por considerá-la um corpo estranho.
Esse pode ser considerado mais um passo importante na busca pela cura do câncer, resta saber se o uso será difundido e chegará realmente aos que mais necessitam…
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