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Vacinação em massa no Brasil levanta suspeitas de esterilização em massa.

Em época de olimpíadas as atenções apontam numa única direção, momento mais que oportuno para or argumentos abaixo.
“O início de um programa compulsório de vacinação em massa no Brasil está levantando suspeitas entre ativistas pró-vida internacionais, que notam que o programa é semelhante a outros em anos recentes que incluíam um agente esterilizante oculto nas vacinas…”
E tem mais:
“Temporão, que tem gasto energia considerável para legalizar o aborto, afirma que está preocupado com o fato de que 17 crianças brasileiras anualmente sofrem defeitos congênitos da doença, numa nação de mais de 180 milhões de pessoas. A rubéola normalmente é pouco mais do que um incômodo para os que a contraem, com sintomas que desaparecem em questão de dias ou semanas.
Embora o número de crianças afetadas pela Síndrome Congênita da Rubéola (SCR) seja per capita menos do que o número de crianças atingidas na Inglaterra e na Austrália na década de 1990, Temporão está liderando um programa compulsório para vacinar 70 milhões de brasileiros, o que tornaria tal vacinação a maior da história.
Adolfo Castañeda, de uma ONG Internacional, observa que apenas dois anos atrás, pesquisadores constataram que a vacina da rubéola usada numa campanha semelhante na Argentina estava contaminada com o hormônio Gonadotropina Coriônica Humana (HCG), um hormônio da gravidez que é necessário para que um zigoto que acabou de ser concebido se implante na parede uterina depois da concepção.
Quando recebe o HCG numa vacina, o corpo o percebe como um intruso e cria anticorpos que lutam contra a presença do hormônio no corpo. A reação imunológica do corpo se volta contra a gravidez, provocando abortos quando ocorre a concepção.
“Em 2006, houve na Argentina uma campanha semelhante ao programa atual do Brasil”, Castañeda escreveu num recente boletim de VHI. “Constatou-se a presença do HCG em várias amostras da vacina usada contra a rubéola. A suspeita que ocasionou a investigação foi iniciada pelo fato de que havia muito poucos casos da doença na Argentina. Esses casos não mereciam uma campanha de grande escala”.
Castañeda também nota que a faixa etária das mulheres alvos da campanha é a mesma ou semelhante a outros programas que, conforme foi comprovado, incluíam agentes esterilizantes nas vacinas.
“A idade das pessoas que serão vacinadas é 12 a 49 anos para as mulheres (idade reprodutiva) , e entre 12 e 39 anos para os homens”, escreveu ele. “As idades para as mulheres são as mesmas idades para aquelas que receberam as vacinas na Nicarágua, onde incluíam um hormônio que esteriliza a mulher que o recebe, e semelhante à idade daquelas que receberam outro hormônio esterilizante nas Filipinas”.
Aliás, conforme observa o governo australiano em sua revista, Communicable Diseases Intelligence, crianças pequenas são o principal condutor da doença. Portanto, programas de elevada eficácia nos EUA e Austrália fazem esse grupo de alvo. Contudo, o governo brasileiro está ignorando as crianças e está fazendo de alvo as mulheres em idade reprodutiva.
O ativista pró-vida brasileiro Julio Severo, que está escondido do governo por sua recusa de participar de programas compulsórios de vacinação, observa que, estranhamente, até mesmo aqueles que já receberam a vacina, ou que já tiveram rubéola (assim garantindo imunidade) serão forçados pelo governo a receber a vacina durante a campanha atual.
“Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado?”, pergunta ele em seu blog, Last Days Watchman. “Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá.”
Severo diz que a campanha está buscando achar pessoas onde quer que se reúnam ou viajem, e não há opção, a não ser receber a vacina. Aliás, ele observa, o governo, num caso amplamente divulgado pela mídia, já tomou medidas criminais contra uma mulher porque seus filhos não receberam algumas das vacinas obrigatórias. Ela perdeu a guarda dos filhos, e os colegas de trabalho dela que sabiam da situação e não a denunciaram foram condenados pela justiça. O caso dela foi mostrado na TV como exemplo para os que poderiam querer resistir à campanha do governo para vaciná-los a força.Ele também aponta que as mesmas agências internacionais que estão por trás da atual vacinação no Brasil estão envolvidas na pesquisa de vacinas esterilizantes há décadas, e avisa que não dá para se confiar nesses mesmos grupos, que são dedicados ao aborto e controle populacional.
“Nas campanhas de vacinação em massa na Argentina, Nigéria, Filipinas e outros países, o UNICEF mostrou que sabe aliar as piores intenções com as aparências mais angelicais”, escreve Severo. “No Brasil, temos o compromisso de Temporão de que a campanha de vacinação em massa é apenas para proteger bebês e ajudar as famílias”.”
Matthew Cullinan Hoffman
LifeSiteNews.com, 14 de agosto de 2008
Pra quem acha que é brincadeira, a matéria está neste site internacional de notícias.
Talvez o assunto não tenha se espalhado pelo Brasil por conta da GLOBO que certamente não iria contrariar seu maior patrocinador que é o governo federal. As campanhas do governo em horário nobre rendem milhares de reais para a emissora…
Por fim, pode até ser balela mas até que se prove o contrário os fatos apontam numa única direção…
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Aug 22nd, 2008 at 2:16 am
[...] Original post by Fisicomaluco [...]
Aug 22nd, 2008 at 1:19 pm
Quanta besteira… espero que vc sequer tenha considerado essa hipótese, Daniel.
Esses trechos são os piores: “O ativista pró-vida brasileiro Julio Severo, que está escondido do governo por sua recusa de participar de programas compulsórios de vacinação”. HEIN?
“Severo diz que a campanha está buscando achar pessoas onde quer que se reúnam ou viajem, e não há opção, a não ser receber a vacina.” COMO É?
Além de todo o absurdo, o texto só não cita uma coisa: o motivo. Não é nem um pouco bom para o governo “esterilizar” a população. Com isso, teríamos menos jovens, menos força de trabalho, a previdência quebra e o país vai pro buraco em poucas décadas (aliás, esse foi o tema de capa de uma Veja algumas semanas atrás…). Países de primeiro mundo tem tentado estimular que os casais tenham mais filhos, aliás.
Mais uma vez: ridículo e absurdo.
Aug 22nd, 2008 at 1:29 pm
Já que estão fazendo escândalo por causa disso, examinem amostras da vacina e pronto. Tão fácil de resolver.
Mas é que esclarecer não dá tanto IBOPE quanto fazer escândalo….
Abraço
Sep 10th, 2008 at 2:07 am
Eai, é verdadeiro ou falso isso ? Ainda não tomei a vacina com receio disso aí. ahahah
????????????????
Sep 13th, 2008 at 12:33 pm
Não estou dizendo que acredito nisso, mas é interessante…
Pode não ser tão prejudicial assim pro governo. As pessoas não ficariam estéreis para sempre. Segundo as notícias dos outros casos, é uma esterilidade temporária.
Segundo o calendário básico de vacinação feito pelo Ministério da Saúde, aos 12 meses, a criança já é vacinada contra a Tríplice Viral SRC (Sarampo, Rubéola e Caxumba).
No site da campanha “Brasil Livre da Rubéola” está escrito:
27. Uma pessoa vacinada na infância pode manifestar a doença quando adulta?
Resposta: “Se a pessoa apresentou resposta imune após a primeira dose, terá proteção duradoura, provavelmente para a vida toda.”
Então por que estão gastando uma fortuna para vacinar pessoas com idade entre 20 e 39, independente de já terem sido vacinados???
O site da campanha responde:
“O caráter da campanha de vacinação é de realizar a eliminação da circulação do vírus da rubéola no País.”
Mas se o objetivo é eliminar “a circulação” do vírus, por que não vacinar também as crianças e os mais velhos???
Esses erros de concordância são no mínimo intrigantes…
Oct 19th, 2008 at 2:10 pm
Fala sério!
O Hcg é produzido, de forma bem simplista, pela placenta, com a função de manter a gestação.
Como qualquer hormônio, tem uma vida média bem reduzida, sendo necessária uma produção contínua dele. Após a gestação, ele deixa de ser produzido pois a placenta é eliminada logo após a criança, e o que impede temporariamente a menstruação é a produção de prolactina pela hipófise, que estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. Mesmo esse hormônio não impede completamente a menstruação, consequentemente a ovulação que ocorrre cerca de duas semanas antes. Haja visto que sempre vemos casos de mulheres que engravidaram antes de seu filho ter completado um ano.
Se o Hcg criasse uma resposta imunológica como essa, nenhuma mulher teria mais que uma gestação durante a vida toda.
Outra coisa que devemos lembrar é a redução do número de filhos por mulher que está ocorrendo nas últimas décadas. É fácil lembrar que nossas avós tinha as vezes dez, doze filhos, e hoje está cada vez mais difícil ver mulheres com mais de um filho.
isso é preocupante, pois dentro de 20 anos, teremos uma grande população de idosos aposentados, e um número pequeno de trabalhadores para sustentar a cadeia produtiva, o que pode levar a um colapso sócio-econômico.
essa notícia é a mais pura teoria da conspiração, sem força para sustentar uma análise mais apurada.