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Gastroenterologista desmente o mito do chiclete.

chicrete

O gastroenterologista pediátrico David Milov, da Clínica Infantil Nemours, em Orlando, nos Estados Unidos afirmou que “um chiclete ao ser engolido não fica no trato intestinal por mais de uma semana, o mito de que dura 7 anos é mentira!”

Segundo o médico, o chiclete engolido tem partes digeríveis e não-digeríveis mas não causam problema algum no metabolismo humano.

Se a lenda do chiclete fosse verdade, poderiam ser encontrados vestígios de elastômeros anos após a ingestão acidental, algo que não acontece…

Ainda bem que o chiclete engolido não causa problema, se eu for enumerar a quantidade de vezes que fui pego mascando em sala de aula e para não causar maiores problemas engolí a bagaça, faltariam dedos…

Efeitos fisiológicos do choque elétrico.

alta tensão

Quando se estabelece uma diferença de potencial entre dois pontos do corpo humano, flui uma corrente elétrica através dele, cuja intensidade depende da diferença de potencial e da resistência entre os pontos do corpo. Só por curiosidade a resistência entre suas orelhas vale cerca de 100 Ohms.

A sensação de choque elétrico surge quando passam pelo corpo correntes de intensidades superiores a 1 mA. Acima de 10 mA, observa-se dor e dificuldades de se soltar decorrente da contração muscular. Por volta de 20 mA a respiração torna-se difícil, podendo cessar totalmente antes mesmo de se atingirem 80 mA.

Correntes entre 100 mA e 200 mA são fatais, as paredes ventriculares do coração passam a executar contrações descontroladas (fibrilação), por outro lado correntes acima destas intensidades não são tão perigosas pois geralmente as contrações são tão violentas que travam o coração e impedem a fibrilação.

As correntes mais intensas, no entanto, provocam desmaios e queimaduras mas a probabilidade de morte é menor que as correntes situadas entre 100 mA e 200 mA. O socorro deve cortar a tensão elétrica que causou o choque (abrir o circuito) o quanto antes com os devidos cuidados para não compartilhar o choque. O ideal é cortar o circuito com um material isolante…

Se a vítima do choque estiver inconsciente e sem respirar, a respiração artificial deve se iniciar imediatamente, o processo de “ressuscitação” não deve ser interrompido até que um médico tome as “rédeas” da situação. Observa-se que as vítimas continuam com chances de vida até 8 horas depois do choque, a ausência de pulso não implica em impossibilidade de salvamento!

Não mexa na rede elétrica se não tiver experiência, esta é a maior causa de choques fatais…

Sabia que a farinha de trigo é um excelente comburente e pode até explodir?

farinha de trigo explodindo

A farinha de trigo é composta, em grande parte, por amido. O amido é composto por moléculas de açúcar e essas moléculas são muito comburentes.

Por ser um pó, quando suspenso no ar em grande quantidade a mistura torna-se inflamável e cada grão ao queimar-se libera energia que consome os grãos em sua redondeza. O somatório destas energias liberadas com a queima de cada grão se propaga com força explosiva.

Em padarias a farinha de trigo deve ser armazenada com especial cuidado, pois sua poeira em contato com faíscas de fornos, que funcionariam como ignição, pode mandar tudo pelos ares.

Por que a nuvem de uma explosão atômica tem a forma de um cogumelo?

Bomba

Ao contrário do que se pode acreditar, a famosa forma «nuvem em forma de cogumelo» não é específica das explosões nucleares. Na realidade, uma combustão volumosa provocada por explosivos químicos produziria precisamente o mesmo efeito.

Quando uma bomba nuclear explode, distribui muito raios de X que ionizam e aquecem o ar circunvizinho. Disto resulta uma enorme bolha de ar incandescente. A «bola de fogo» sobe rapidamente gerando uma forte corrente de ar ascendente que chupa o material pulverizado pela explosão.

Esta coluna de ar é chamada de «talo do cogumelo».

No caso das poderosas bombas H, a bola de fogo alcança o limite entre a troposfera e a estratosfera. A troposfera está situado aproximadamente a 15 km sobre o nível de mar. A esta altitude a bola de fogo se esfria e não tem mais energia suficiente para se expandir. A expansão então ocorre para os lados, formando o «chapéu» do cogumelo.

A física/matemática faz falta pra quem se diz gênio…

de olho na mosca

Vamos lá, você quer ser gênio? Então aprenda matemática e física a fundo!!!

Qualquer macaco de pelúcia com os mínimos conhecimentos matemáticos não divulgaria que a NASA errou conhecendo as características que o asteróide 99942 Apophis apresenta. Vamos lá…

A massa do bicho é de aproximadamente 120 bilhões de Kilogramas enquanto de um satélite não passa de 1400Kg. O asteróide é então 100 milhões de vezes mais massivo.

Façamos a seguinte comparação, um carro grande tipo um Corolla possui massa de 1400Kg e uma mosca de 16 miligramas, esta relação é próxima à do asteróide com o satélite. Portanto falar que o choque de um asteróide com um satélite vai mudar a trajetória do asteróide é o mesmo que mandar todos os motoristas terem cuidado para não atropelar moscas. Imagina as plaquinhas de “Cuidado com as moscas”…

Se você quiser extrapolar para a mosca com uma velocidade grande, com momento linear e tal, vejamos…

Uma mosca voando a 1000km/s (uma super-mosca) tem um momento de: 1×106m/s × 1.6×10-6kg = 1.6 kg m/s numa colisão perfeita vai mudar a velocidade do carro em 1mm/s( isso mesmo um milímetro por segundo). E se a mosca tiver mais rápida que a velocidade da luz a um milhão de kilometros por segundo vai mudar em 1m/s a velocidade do carro.

Mas se o carro está a 10km/s que seja, mesmo a mosca hiper-relativística não vai influenciar nada…

Me diga gêniozinho, como uma colisão de um satélite com um asteróide vai mudar-lhe a trajetória??? E onde está seu professor de física?

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