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Tive que dar uma “zuadinha”…

chupa botafogo

O paradoxo de Zenão…

paradoxo do corredor e da tartaruga

Este paradoxo ilustra bem o fato de que com idéias aparentemente corretas é possível obter conclusões absurdas, vejamos o que o paradoxo diz:

Imagine uma pista em que um determinado corredor disputa uma corrida com uma tartaruga. Nesta pista, o corredor dá uma pequena vantagem para a tartaruga deixando-a largar na frente.

pelo paradoxo de Zenão:

“O corredor, por mais rápido que seja, nunca pode alcançar a tartaruga; porque na altura em que atinge o ponto donde a tartaruga partiu, ela ter-se-á deslocado para outro ponto; na altura em que alcança esse segundo ponto, ela ter-se-á deslocado de novo; e assim sucessivamente, ad infinitum.”

Como seria sua explicação para o fenômeno?

A tocha olímpica na verdade é uma chaminé e contribui para o aquecimento global!!!

chaminé

Não, não pelo aquecimento no humor dos protestantes que estão por toda parte. Segundo o Wired a cerimônia da tocha olímpica devia também ser protestada pelos ambientalistas.

Se forem somar todo o gás carbônico durante o percurso da tocha olímpica pelas 23 cidades mundo afora, ela terá emitido aproximadamente 5.500 toneladas de gás carbônico na atmosfera, bastante não?

É lógico que esse gás carbônico todo não é emitido somente pela “chamazinha” da tocha, foram incluídos no cálculo todos os trajetos que são feitos de avião, que gasta em média 20 litros a cada 1,6 km viajados, realmente um beberrão…

Já que olimpíada preza saúde e paz entre os povos, seria melhor que a tocha fosse acesa só no início dos jogos mesmo e pronto. Pouparia protestos e a natureza…

Esta matéria foi enviada pelo leitor Jonas Vieira, caso tenha alguma sugestão e/ou matéria que deseja publicar, envie para: fisicomaluco@fisicomaluco.com

Como lançar pedras na água otimizando o número de quiques.

curioso

O físico francês Lydéric Bocque, publicou um artigo ao qual descrevia matematicamente as melhores maneiras de se conseguir um maior aproveitamento no número de pulos das pedras arremessadas na superfície da água. Segundo ele o empuxo (força hidrodinâmica exercida por fluidos) deve ser maior que o peso da pedra, e a cada toque na água uma determinada energia é perdida.

Lydéric diz ainda que a velocidade mínima para que uma pedra ricocheteie é diretamente proporcional à relação entre o peso e o raio da pedra, ou seja, as pedras mais indicadas para a brincadeira são as chatas, leves e arredondadas e o lançamento deve ser o mais paralelo possível da superfície da água. É fundamental que a pedra seja jogada com uma grande rotação para estabilizar o movimento.

Segundo a pesquisa a rotação da pedra é mais importante do que a velocidade do arremesso, capriche no jeito do arremesso que certamente ela ficará mais tempo surfando.

O pesquisador não conseguiu determinar um limite máximo para o número de quiques da pedra, o que era de se esperar, atualmente o recorde pertence ao americano Russ Byars com 51 quiques antes de afundar.

O recordista comprova a teoria afirmando que o importante é “atirar bem forte, paralela à água e com alta rotação”.

fonte: American Journal of Physics, Bocque Lydéric, Lyon University.

Como poderemos saber qual o recorde imbatível? Limites do corpo humano…

Phelps no limite?

Estes dias fiquei me indagando sobre os limites do corpo humano, e cheguei à conclusão de que certamente existe um limite para os recordes nos mais diversos esportes como a natação e o atletismo, por exemplo.

Segunda a minha teoria existe um recorde ao qual nenhum atleta conseguirá bater, este seria o limite do corpo humano, e estou certo de que realmente existe.

Buscando uma forma de predizer o menor tempo possível para uma corrida de 100m, me deparei com alguns dados necessários, seriam eles:

- A massa do atleta.

- A inclinação de seu corpo em relação à pista.

- O coeficiente de atrito entre sua sapatilha e a pista.

Até aí tudo bem, suposições podem ser feitas facilmente, o problema está em outros dados que me seriam necessários, tais como:

- O valor máximo de energia que se pode obter de uma dada massa muscular (daquele músculo das pernas do corredor).

Estou certo de que esta energia deveria ser gerada num menor intervalo de tempo possível, afinal o atleta está interessado no menor tempo, portanto essa potência depende também da vazão de determinadas substâncias químicas nos músculos do atleta e da quantidade de células musculares.

Portanto posso concluir que os limites do corpo humano estão fora do campo da física, são problemas muito mais relacionados à fisiologia do que propriamente à física.

Espero que isto sirva de combustível para que os atletas continuem se empenhando e treinando para chegar ao seu limite. O limite passa então a ser algo inerente à natureza de cada um!

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